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Felicidade e ignorância Já ouviram dizer que a ignorância é a mãe de toda a felicidade? Acho bastante plausível... 
Quando menos sabemos, mais felizes somos. É muito bom saber que todos somos ignorantes - em diferentes aspectos, mas todos somos.
Escrito por Bruno Beraldo às 11h23
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Die welle - a onda Tenho aproveitado as férias “não planejadas” para ver filmes que há tempos quero ver, mas não consigo. Ontem assisti um filme especial: A Onda (Die Welle – Alemanha, 2008). 
Especial porque eu já havia visto uma versão anterior nos tempos de colégio – 8ª série ou 1º colegial, não sei ao certo. Lembro-me até hoje da explicação do professor sobre o apoio popular a regimes como os organizados por Hitler ou Stalin, com poder absoluto nas mãos de um só indivíduo. Pensava eu: como é possível que um povo apóie este tipo de regime? Até aquele momento eu não podia compreender... Em uma aula sobre autocracia (segundo o dicionário: governo de um só, sem mais lei que a sua vontade), um professor estimula seus alunos a criar as próprias regras deste grupo, introduzindo elementos amplamente utilizados por regimes totalitários, como uniformes, logotipos, saudações, etc. Estes elementos são o início de uma mudança de mentalidade para os alunos, agora membros deste novo grupo denominado A Onda. Filme diferente e interessante, mostrando como o ser humano ganha força quando associado a um determinado grupo – e busca essa associação – podendo chegar a atos de discriminação e violência contra outros grupos pseudo rivais. Vale a pena ver!
Escrito por Bruno Beraldo às 18h46
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Suspeitos pelo início da crise! Como nosso presidente é campeão em declarações “curiosas” (detalhe para o eufemismo politicamente correto), esta aqui já está um pouco ultrapassada. Mas, como o blog também começou tardiamente... “A crise foi causada por comportamentos irracionais de gente branca de olhos azuis (...)" disse Lula, ao lado de Gordon Brown no final do mês de março. Pesquisando pela net, encontrei dois suspeitos por esta situação caótica: 
Definitivamente temos que considerar nosso presidente pelo que ele representa, não pelo que ele literalmente diz. Até porque não se pode desconsiderar um sujeito que chegou a 86% de popularidade! As razões disso nós discutimos em outros posts. Mas, se alguém quiser comentar...
Escrito por Bruno Beraldo às 15h22
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O que é justiça em um momento de crise?
A pergunta "o que é justiça?" é atribuída a Sócrates, filósofo grego (469-399 a.C.). Sócrates interessava-se sobretudo pelas questões morais que afetam nossas vidas, como o que é justo, corajoso ou bom. Iniciava sua abordagem fazendo a seus interlocutores uma pergunta como "o que é coragem?" ou "o que é o amor?" e passava a examinar as limitações das respostas. Para Sócrates, o relevante era o espírito crítico, assim como o reconhecimento da própria ignorância era o primeiro e decisivo passo para o conhecimento. Somente quando nos damos conta de que não sabemos o que supúnhamos saber é que iniciamos a busca para descobri-lo. Daí uma de suas conclusões mais conhecidas até hoje: "só sei que nada sei". Bom, voltando ao tema principal deste post, recentemente, lendo um livro de introdução à filosofia, encontrei uma definição de justiça bastante interessante: Justiça é algo que todos aprovam em teoria, mas sobre a qual poucos concordam na prática. Refere-se basicamente à equidade - a distribuição moralmente correta de coisas boas e más entre as pessoas. Segundo alguns, "todos deveriam ser tratados igualmente, a menos que haja uma diferença relevante entre eles". Isto é, se há um bolo e duas pessoas idênticas, seria justo que recebessem partes iguais do bolo. Mas, como na realidade não há duas pessoas iguais, qual a diferença relevante que poderia afetar a distribuição do bolo? Poderíamos discutir uma parte maior para uma pessoa desnutrida (critério: necessidade) ou à que nos ajudou a fazer o bolo (critério: mérito), apenas para citar duas de diversas possibilidades existentes. Decisões sobre justiça e as diferenças relevantes raramente são simples, e costumam ser contestadas de modo exaltado. Neste momento de crise mundial, por exemplo, diversas empresas estão adequando sua produção aos novos níveis de demanda. Essas adequações levam, inevitavelmente, a demissões. Mas quem deve ser demitido? O funcionário que atende às matrizes de competência estabelecidas pela empresa, porém é jovem, solteiro e tem maiores opções no mercado; ou o funcionário que atende parcialmente os resultados, porém é casado, mais idade e tem quatro filhos para sustentar? De qualquer forma, só os tomadores de decisão saberão as diferenças relevantes que afetarão a distribuição do bolo - ou as demissões. Está lançado o desafio. Para pensar na cama...
Escrito por Bruno Beraldo às 16h06
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Pretensão?
Arrumar o cabelo é bastante fácil, mas e quanto ao que está dentro da cabeça? Infelizmente, não há nenhum aparelho que faça de você um pensador melhor sem esforço - é preciso praticar. 
Escrito por Bruno Beraldo às 16h04
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O início de tudo...
Olá Todos!!! Finalmente, depois de muito ensaio, resolvi escrever este blog! A ideia é colocar neste espaço um pouco dos assuntos do dia a dia, bem como resumos das leituras que tenho feito. São temas diversos e variados, frequentemente presentes nos happy hours da vida. Espero que os temas variados aqui expostos possam gerar discussões e novas idéias a todos. Grande Abraço, Bruno Beraldo
Escrito por Bruno Beraldo às 18h56
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